.:: HISTÓRICO ::.
A Associação Municipal de Assistência
Social - Amas - foi fundada em 26 de junho de 1979 pela Senhora Selma
Campos, esposa do Dr. Maurício Campos, na época prefeito
de Belo Horizonte. A partir daí, vem sendo presidida por esposas
dos prefeitos ou uma pessoa de sua confiança.
A entidade é uma sociedade civil de direito privado, criada para
desenvolver atividades sócio-assistenciais para os segmentos
sociais menos favorecidos de Belo Horizonte.
Em função do trabalho que desenvolve junto aos movimentos
sociais, a Amas tem definido, em conjunto com a Prefeitura do Município,
a natureza de ação ao longo de sua história a partir
da análise das realidades local, regional e brasileira.
Há mais de duas décadas, a Amas mobiliza diversos segmentos
da sociedade e aciona voluntários dispostos a trabalharem em
serviços assistenciais. Uma das primeiras ações
da Amas foi a criação do "Projeto Engraxate",
visando a promoção desta categoria.
Cronologia:
1980: a ONU institui o "Ano Internacional do Deficiente Físico".
A Amas abraça a causa e passa a desenvolver projetos de atendimento
a essas pessoas.
1984: a Amas realiza um levantamento das creches, asilos e associações
cadastradas na entidade com a finalidade de mapear suas necessidades
mais prementes.
1986: a Amas implanta dois grandes centros de atendimento a crianças
e adolescentes - "Cidade dos Meninos" e a "Cidade das
Meninas"- para orientar crianças e adolescentes e prepará-los
para o mercado de trabalho, oferecendo assistência médica,
ensino básico e atividades de esporte e lazer.
1988: a partir do trabalho desenvolvido pela Amas é criada a
Secretaria do Bem-Estar Social.
1989: a Amas completa dez anos. De acordo com a nova política
de proteção à infância e à adolescência
oriunda da Constituição de 1988, a associação
intensifica o trabalho de assistência às crianças
de baixa renda.
1990: com a aprovação do Estatuto da Criança e
do Adolescente – ECA -, surgem as parcerias com organizações
governamentais e não-governamentais que trabalham com crianças,
adolescentes e idosos.
1993: para atender as determinações do ECA, são
implantados nove Conselhos Tutelares na Região Metropolitana
de Belo Horizonte. A Amas cria, então, o Núcleo de Defesa
da Criança e do Adolescente. No final do mesmo ano, o Congresso
aprova a Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS. A partir
daí, a Amas passa a trabalhar na construção de
políticas de assistência social em parceria com os mais
variados segmentos.
Em parceria com empresas públicas e privadas, a instituição
encaminha jovens com trajetória de rua para cursos profissionalizantes
e para o mercado formal de trabalho. As creches também passam
por inovações que fortalecem e aprimoram a qualidade de
atendimento às crianças de zero a seis anos.
1997: Maria da Matta Castro assume a presidência da Amas e dá
continuidade aos programas e desenvolve novos projetos, procurando sempre
atender as demandas do município voltadas para a população
de baixa renda e/ou em situação de vulnerabilidade social.
2001: com a reeleição de Célio de Castro para prefeito
de Belo Horizonte, Maria da Matta Castro continua à frente da
Entidade por outros quatro anos, dando continuidade aos projetos sociais
em desenvolvimento no município. Destaca-se em 2004, último
ano de sua gestão, o convite feito pela Organização
Internacional do Trabalho para a Amas ser a Agência Implementadora
do Programa de Ação Integrada de Fortalecimento Institucional
para o Enfrentamento à Exploração Sexual Comercial
e ao Tráfico para os mesmos fins de Meninas e Meninos em Belo
Horizonte.
2005: hoje, alicerçada em uma experiência de quase três
décadas, a Amas desenvolve projetos focados nas necessidades
imediatas do município, em busca de minimizar a violência,
a vulnerabilidade social e o desemprego, por intermédio de ações
de inclusão social, promoção da auto-estima, da
educação para a cidadania. Acima de tudo, luta pela garantia
do direito de crianças e adolescentes. A entidade é presidida
por Rosalva Alves Portella, que acrescenta à entidade seu amplo
conhecimento e experiência na área social.